Impermanência, imortalidade e o último beijo
Com o belo quadro "O Beijo" de Gustav Klimt, iniciamos o post de hoje para refletir sobre a impermanência e a imortalidade.
Sobre a impermanência, temos as diversas alterações dos acontecimentos de nossas vidas, inúmeros eventos efêmeros que permeiam a nossa existência terrena, incluindo nossa permanência no corpo físico.
Cientes de que não existe acaso, sorte, azar, ou qualquer outra situação aleatória, nos vemos interligados mediante inúmeras relações com os nossos irmãos, por pensamentos, palavras, ações/omissões.
Por outro lado, a imortalidade de nosso espírito nos traz a certeza de que somos artífices de nossa vida, pois toda ação tem uma reação e não há injustiça no universo do Criador, ora, já fomos avisados de que " a cada um segundo as suas obras".
É fato que não é fácil amar, ou seja, compreender o próximo, perdoar as dívidas, ter paciência com as faltas, tolerar os inconvenientes, mas o caminho é este, precisa ser trilhado e necessita de insistência.
Que a nossa vida possar ser repleta de pensamentos e gestos amorosos, tal como um beijo.
E que possamos sempre deixar as pessoas com tal "beijo", pois nunca saberemos se aquela era ou não a oportunidade para o último:

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